ela pensa que aqui é a casa dela
Estava sendo triste, mas ela parecia acostumada. Acostumada e fria, porque depois de tantas lágrimas, ela finalmente parecia ter secado.
Caio Fernando Abreu (via bipolarefeliz)
Posted 30 May 2012, 4 hours ago | 5,295 notes | reblog this post
(originally serfelizdenovo / via bipolarefeliz)
Posted 30 May 2012, 4 hours ago | 7,852 notes | reblog this post
(originally itsburied / via pequeno-declinio)
Posted 30 May 2012, 4 hours ago | 2,530 notes | reblog this post
(originally encurvada / via ineedbelieveindreams)

“Um beijo pode transmitir 250 vírus diferentes” POR ISSO ESTOU TÃO SAUDÁVEL

Posted 30 May 2012, 4 hours ago | 3 notes | reblog this post
(originally a-recklesslove / via a-recklesslove)
O rouge virou blush. O pó-de-arroz virou pó-compacto. O brilho virou gloss. O rímel virou máscara incolor. A Lycra virou stretch. Anabela virou plataforma. O corpete virou porta-seios. Que virou sutiã. Que virou silicone. A peruca virou aplique… interlace… megahair… alongamento. A escova virou chapinha. ‘Problemas de moça’ viraram TPM. Confete virou MMs. A crise de nervos virou estresse. A purpurina virou gliter. A tanga virou fio dental. E o fio dental virou anti-séptico bucal. Ninguém mais vê: O à-la-carte porque virou self-service. A tristeza agora é depressão. O espaguete virou miojo pronto. A paquera virou pegação. A gafieira virou dança de salão. O que era praça virou shopping. A areia virou ringue. O LP virou CD. A fita de vídeo é DVD. O CD já é MP3. É um filho onde eram seis. O álbum de fotos agora é mostrado por e-mail. O namoro agora é virtual. A cantada virou torpedo. E do ‘não’ não se tem medo. O break virou street. O samba, pagode. O carnaval de rua virou Sapucaí. O folclore brasileiro, halloween. O piano agora é teclado, também. O forró de sanfona ficou eletrônico. Fortificante não é mais Biotônico. Polícia e ladrão virou Counter Strike. Fauna e flora a desaparecer. Lobato virou Paulo Coelho. Caetano virou um pentelho. Elis ressuscitou em Maria Rita. Raul e Renato. Cássia e Cazuza. Lennon e Elvis. A AIDS virou gripe. A bala antes encontrada agora é perdida. A violência está maldita. A maconha é calmante. O professor é agora o facilitador. As lições já não importam mais. A guerra superou a paz. E a sociedade ficou incapaz. De tudo. Inclusive de notar essas diferenças.
Luís Fernando Veríssimo (via azul-banana)
Posted 30 May 2012, 4 hours ago | 17,832 notes | reblog this post
(originally cetamourenmoi / via c-riptonit4)
Encarei-te durante tempo demais, eu acho. Vi seus olhos mudarem de cor, seu sorriso de canto aparecer, - as covinhas me piscarem suavemente. Sempre gostei das tuas covinhas, rapaz, são bonitas; teus lábios vermelhos também, até mesmo teu nariz turvo. Sempre gostei de teus dedos compridos, mais grossos que os meus, mas que cabem de um modo grotesco em meio a minhas dobras de mão morena. “Chá ou café?”, tu não gosta de nenhum, vamos logo, vamos logo, te preencho uma taça de rum. Colorizaremos o céu preto e branco, que tá nublado desde o começo da semana. Com suas covinhas, garoto, e esse seu cabelo cor de sujo, te darei um tiro de serpentina. Vamos logo, vamos logo, que eu e você somos dos olhos a retina. Não que faça sentido, - eu nunca fiz nenhum. Gosto da bagunça, tu da organização, gosto de amores breves, tu da eternização. Eu te vi há muito, te reparei e aparei. Sei lá qual motivo têm, mas gosto de você que nem trilho gosta de trem. | Larissa,19 anos

theme por nostalgia-surreal; base por amar-gura e memorias agridoces; links por desesperancoso; não seja um filho da puta, crie vergonha nessa sua cara, e faça o favor de não copiar nada aqui. Obrigado rsrs














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